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Relato da reunião da Comissão Gestora em dezembro/2016

Com atraso, encaminhamos o relato da reunião da comissão gestora de dezembro, elaborado por Giselle Parno (Botafogo):

Presentes: Bibi Cintrão, Beth Bessa, Brígida Ruchleimer, Giselle Parno, Julie Terzian, Julia Stadler, Lucio Lambert, Milca Colombo, Paloma Medina, Ruth Freihof.

Local: Estação do Largo, Largo do Machado

A reunião iniciou um pouco atrasada e o primeiro tema abordado foi sobre as questões financeiras referentes ao mutirão e vivência no sítio da Leodicéa, que tomou a maior parte da reunião. Em primeiro lugar foi pontuado pelo Lúcio que este trabalho é de longo prazo e objetiva a recuperação da terra. Ao longo da reunião as questões financeiras foram encaminhadas e alguns pontos minimamente esclarecidos, conforme e-mail enviado pela Brígida, que:

1. A arrecadação da Vivência e do Mutirão foi usada para as despesas com hospedagem, transporte e alimentação dos participantes e o saldo de R$ 200,00 foram repassados para a Leodicea conforme acordado anteriormente;

2. O programa Campo e Cidade se dando as Mãos se responsabilizou com as despesas com a aquisição das ferramentas e parte das mudas de vetiver a serem usadas pelos participantes da vivência e do mutirão; além dos gastos com taxi, gasolina e pedágio
necessário para a efetivação das referidas compras;

3. A Leodicea ficou responsável pelas despesas com a aquisição de parte das mudas de vetiver, carvão, sacos, baldes, carrinho de mão, conserto da picadeira e do transporte das cascas de arroz, totalizando R$ 840,00 que deverão vir do empréstimo do Fundo Rotativo da Rede;

Surgiu a preocupação com a origem e certeza sobre a produção orgânica dos produtos oferecidos pelo sítio, uma vez que ela estabelece parcerias com vizinhos que não participam do SPG, nem participaram do mutirão e vivência. A partir destas informações ficou definida uma visita antes do Natal ao sítio para conversa com Leodicea e esclarecimento sobre questões financeiras, guarda das ferramentas (que serão patrimônio da rede e permanecerão no sítio apenas durante o período programado para o mutirão e vivências), e fornecimento de produtos de sítios vizinhos. Ficou clara a necessidade de fortalecimento da parceria entre a Leodicea e a Rede para esclarecer o que a rede pode oferecer ao sítio e vice versa.

Resolvidas as questões sobre o mutirão e vivência a Julie realizou um breve relato sobre a viagem a França e informou sobre possíveis parcerias com grupos de lá. Foi também divulgada a homenagem do MST durante a Feira da Reforma agrária, à rede devido à parceria com a Terra Prometida.

Voltando a questões relacionadas ao projeto Campo x Cidade, foi abordada a negativa da Terra Prometida na participação do projeto devido a não aceitação da presença da AS-PTA no programa, levantando alguns questionamentos. Em relação ao atrito entre MST e ASPTA . Viu-se a necessidade da Rede se manter a parte,como independente e neutra em relação a esta situação. Ficou clara a necessidade de fortalecimento do projeto Campo x Cidade como sendo um projeto da Rede Ecológica, se posicionando com maior clareza em relação a AS-PTA. Surgiu a possibilidade de reformulação por escrito do projeto para que fique clara a possibilidade de diferentes parcerias com diferentes grupos ou frentes de trabalho. Como Leodicéa com os mutirões e vivências rurais organizadas pelo Lúcio, as oficinas de culinária, os grupos de consumo. A elaboração do questionário, apoio ao trabalho desenvolvido junto a Rede Fitovida e Marapicu, onde a AS-PTA tem um papel importante, fazerem parte da parceria com a AS-PTA.

Por fim, foi abordada a questão do pagamento à Anna Sales uma vez que os prazos foram alterados. Conversou-se sobre a possibilidade de pagamento por produto ao invés de mensal.

Surgiu a possibilidade de adiamento da reunião de 4 de janeiro para que estes pontos pudessem ser melhor definidos entre os integrantes da rede antes. Mas conseguiu-se marcar uma reunião prévia a este encontro.