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Desdobramentos a partir da insatisfação com o arroz do Eveli

Larissa Catalá (Grajaú), encaminhou mensagem informando que três pessoas do núcleo manifestaram insatisfações com o arroz integral do Eveli. Um pessoa disse e as demais concordaram: “O arroz é pura casca e vem cheio de pedrinhas. Tenho q escolher antes de preparar. Na entrega de março já veio um pouco sujo, mas dessa vez está impossível.”

Depois disso, somente Niterói reclamou do arroz.

A partir daí algumas pessoas da Rede começaram a se movimentar para tentar sanar o problema:

a) Bibi Cintrão (Santa) falou da importância de resgatar o cultivo de arroz aqui mais perto, pois hoje a quase totalidade do arroz produzido no país vem do RS, em produções de grande escala em torno da Lagoa dos Patos, com muito uso de químicos, que contaminam a lagoa. Antes cada região produzia arroz.

Destacou ainda que o grande problema parece estar no maquinário para a limpeza e que, nesse sentido, achava bem importante irmos monitorando e dando o retorno ao Eveli, mas incentivando para que se resolva este problema do maquinário.

b) Denise Gonçalves (Itaipava) sugeriu recorrer à APAC (pequena industria em são João de Meriti) para ver se pode ajudar no maquinário, porque segundo o Eveli só as máquinas industriais, pra produção em grande escala, limpam o arroz direito, as feitas pro pequeno produtor não são eficientes.

c) Além da APAC a Rede está articulando vários contatos: com a Rede de Engenharia Popular Oswaldo Sevá, a qual 2 associados integram, assim como um professor da Universidade Federal Rural que lida com o tema, em busca de uma solução para a questão.

Continuaremos relatando os desdobramentos.