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RELATÓRIO DO PROGRAMA CAMPO E CIDADE SE DANDO AS MÃOS REDE ECOLÓGICA – BALANÇO DE 2018

Balanço geral das atividades realizadas em 2018

O Programa Campo e Cidade se dando as mãos, da Rede Ecológica, foi criado no final de 2016, para estimular/ fomentar/apoiar a formação de grupos populares de consumidores na Baixada Fluminense para realizar compras diretas a produtores também da Baixada Fluminense. Ao longo dos seus dois anos de existência, as ações foram se desdobrando/ modificando e atualmente os recursos do programa têm servido para apoiar financeiramente ações voluntárias realizadas por associados da Rede Ecológica voltadas para “fomentar o consumo ético, solidário e ecológico”, para além das compras coletivas. O Programa vem se mantendo basicamente com doações voluntárias dos associados, em cotas de R$10,00, realizadas no momento da compra mensal. Estes recursos são transferidos para uma conta-poupança específica, em nome de Bibi Cintrão (responsável pelas finanças do programa)[1].

Em 2018, as doações dos cestantes totalizaram cerca de R$ 4.000,00, com uma média mensal em torno de R$ 350,00 (Quadro 1).

 

Quadro 1 – Receitas do Programa Campo Cidade no ano de 2018:

Receitas Prog. Campo-Cidade – jan a dez/2018 Valor Média Mensal
Doações Cestantes (jan a dez/2018) 3.920,00 356,40
Rendimentos  (jan a dez/2018) 198,36 16,50
Total Resultado R$ 4.118,36

E as despesas do programa totalizaram R$ 3.700,00, havendo um pequeno saldo (Quadro 2).

Quadro 2 – BALANÇO Receitas e Despesas –  jan a dez/2018

Receitas Despesas Saldo
Receitas e gastos com as atividades do Programa R$ 4.118,36 R$ 3.712,46 R$ 405,90

Uma preocupação na gestão financeira vem sendo equilibrar as receitas e despesas anuais, mantendo um fundo de reserva, que vem sendo utilizado como um fundo rotativo para pequenos empréstimos a motoristas e produtores(as) da Rede, conforme descreveremos mais abaixo. Em 2018, as principais despesas do Programa Campo Cidade foram voltadas para as seguintes ações, conforme detalhado no quadro 3:

– Acompanhamento ao CAC – Quintal e Comissão de Cozinha. Esta ação é um desdobramento da Formação de Novos Grupos de Consumidores na Baixada

– Vivências Rurais

– Projeto Campo e Cidade se dando as mãos em Tecnologias Sociais

– Outras

Quadro 3 – Detalhamento dos Gastos do Programa Campo-Cidade se dando as mãos em 2018

Frente de Ação Tipo Atividade Nome  da atividade (ou Detalhamento) Valor R$
Acompanhamento ao  CAC

 

 

 

 

 

 

Quintal Reembolso gastos reuniões e mutiroes compostagem CAC – final de 2017 (transporte e alimentação em reuniões e mutirões) 180,00
Comissão de Cozinha Cestas Rede Ecológica para apoio a voluntários (trabalho no quintal) – dez a março 376,00
Geral Reembolso Transporte reunião de Planejamento no CAC – Milca, Beth, Bibi, Miriam (23/fev) 20,00
Comissão de Cozinha Oficina na Festa das Familias (11/maio-dia das mães) Doação (2 jarras+suqueira+garrafa térmica) + ingredientes atividade com crianças 266,46
Quintal Reembolso gastos de passagens e almoços dos voluntários nos mutirões 80,00
Comissão de Cozinha Transporte de Fogão doado para o CAC (Antunes transportou) 150,00
CAC -Subtotal    1.072,46
Vivências Rurais

 

 

Visita de Campo Visita Sítio Glória (ovos) 100,00
Vivência Sítio Flora 1a Vivência Sítio Flora (Melhoramento do Solo) 1.100,00
Vivências – Subtotal    1.200,00
Projeto Tecnologias Sociais  Reuniões da Equipe Reembolso Alimentação (Ítalo, Antunes) 340,00
 

 

Outros

 

Fundo Rotativo Contribuição para Participação Talita no Encontro Global de Bancos Solidários de Desenvolvimento 4 a 6/set/2018 300,00
Oficina Tapioca Vargem Grande 10/11/2018  Ressarcimento táxi ida – Comissão cozinha + Teresa Corção 100,00
Cadernos Ecológicos-Receitas Impressão e montagem pela Família Freitas de 100 cadernos de receitas, com papel reaproveitado. 700,00**
Subtotal Outros    1.440,00
TOTAL GASTO com as atividades     3.712,46

** Os gastos com os Cadernos devem retornar (total ou parcialmente) ao Programa Campo-Cidade, à medida que forem sendo vendidos. Em janeiro/2019 houve um retorno de R$ 240,00 e ficaram cadernos no estoque.

 

FUNDO ROTATIVO DA REDE ECOLÓGICA

Desde pelo menos 2011 a Rede Ecológica vem realizando pequenos empréstimos a seus motoristas e produtores/as, pagos através de descontos dos pagamentos dos produtos e/ou serviços. Até 2017, os empréstimos eram geridos por algum(a) cestante que recolhia o dinheiro e depois devolvia ou então através do fundo geral da Rede Ecológica (de 3%), através da comissão de finanças.

A partir do início de 2018, todos os empréstimos foram transferidos para a conta do Programa Campo-Cidade, que têm mantido um fundo em torno de R$ 5 a 7 mil, tornando mais fácil o gerenciamento e acompanhamento. Houve uma formalização mínima dos empréstimos, através de uma carta, assinada pelo solicitante, explicando para quê precisa do recurso e as condições e prazos de pagamento que propostas. Até o momento não temos cobrado nem juros nem correção monetária.

Assim, aos poucos vem sendo implementado na Rede Ecológica um Fundo Rotativo Solidário e algumas ideias e propostas vêm sendo discutidas internamente tendo em vista ampliá-lo/fortalecê-lo. Destas discussões, surgiu a proposta de participação da Talita, representando a Rede Ecológica, no Encontro Global de Bancos Solidários de Desenvolvimento, que aconteceu de 4 a 6/set/2018, em Fortaleza. Parte das passagens dela foram financiadas pelo Programa Campo-Cidade.

O Quadro 4 detalha os empréstimos realizados em 2018, num total de R$ 9 mil.

Quadro 4 – Empréstimos do Fundo Rotativo do Programa Campo Cidade, no ano de 2018

Més do empréstimo

Para quem foi emprestado

Valor emprestado Valor devolvido Falta receber
Mar/2018 Francisco (Motorista Rede – Vargem Grande) 1.600,00 1.600,00 quitado
Abr/2018 Ana Santos (CEM) 850,00 0 -850,00
Ago/2018 Francisco (Motorista Rede – Vargem Grande) – ago/2018 1.000,00 1.000,00 quitado
Ago/2018 Márcio (Motorista Rede) 2.000,00 600,00 -1.400,00
Nov/2018 Grupo Mulheres Vargem Grande (oficina tapioca) 265,00 0 -265,00
Dez/2018 João Ribeiro (Motorista Rede) 3.242,33 0 -3.242,33
TOTAIS   8.957,33 3.200,00

-5.757,33

 

BALANÇO DAS AÇÕES DO PROGRAMA CAMPO-CIDADE EM 2018

Formação de Novos Grupos de Consumidores e Diagnóstico de Produtores na Baixada (2017):

No ano de 2017 o Programa envolveu a ação voluntária de diversos cestantes da Rede Ecológica, em duas principais frentes de ação:

1) identificar organizações de consumidores que pudessem se constituir em novos grupos de consumo

Após contatos com várias entidades e organizações na Baixada Fluminense, o resultado foi a constituição de dois grupos de consumo, como novos núcleos da Rede Ecológica na Baixada Fluminense: o Núcleo de Caxias e o Núcleo de São João do Meriti. Ambos se integraram à compra mensal, mas com a responsabilidade de construir uma autonomia nas compras semanais, buscando produtores próximos.

2) fazer um mapeamento de produtores agroecológicos na baixada com potencial para fornecer a estes grupos.

Foi feito em 2017 um diagnóstico dos produtores, coordenado por Annelise Fernandez (cestande de Vargem Grande e profa.da UFRRJ), em dois assentamentos: Campo Alegre-Fazendinha e Marapicu. O diagnóstico ajudou a entender a realidade dos produtores, mas não se desdobrou exatamente no fornecimento para os dois grupos de consumidores formados. Os produtores de Fazendinha/Campo Alegre tinham interesse na certificação e se incorporaram ao Serorgânico, passando a vender para a feira da Glória. E algumas famílias de Marapicu, enfrentando condições extremamente adversas (falta de estradas, presença de milícias, assaltos aos lotes), se inseriram feira da roça de Nova Iguaçu, mas mantiveram a comercialização nos arredores do assentamento (vendas diretas).

Estas duas frentes iniciais de trabalho praticamente se encerraram em 2017 e a partir de 2018 deixaram de ser um objetivo do Programa Campo e Cidade, tendo havido apenas desdobramentos de acompanhamento ao trabalho iniciado, mas de forma mais espaçada e com menor necessidade de apoio financeiro do Programa.

Comissão de Cozinha e o acompanhamento ao Quintal do CAC (2017 e 2018)

A “Comissão de Cozinha” foi criada com o objetivo de trocar informações e experiências sobre alimentação saudável e receitas em geral. E também para sensibilizar os consumidores para aumentar, no seu cotidiano, o consumo de produtos produzidos pelas famílias agricultoras na Baixada Fluminense, que são em geral produtos mais adaptados a climas quentes (como aipim, batata doce, inhame, abóbora, quiabo, jiló, PANCs, etc). Isso porque muitas vezes nosso consumo prioriza plantas que são originárias de climas temperados, como trigo, batatinha, tomate, verduras de climas frios e/ou que exigem muita irrigação (como alface, tomate, brócolis, couve-flor, etc), etc. Em 2017 foram realizadas três oficinas de cozinha.

Duas destas oficinas se realizaram no CAC – Centro de Ações Comunitárias, de São João do Meriti. Neste processo, houve uma forte aproximação entre a Comissão de Cozinha e a Escola Comunitária do CAC, que atende 80 alunos entre 5 e 7 anos e é uma referência em alfabetização na metodologia construtivista. A sede do CAC possui um quintal maravilhoso, uma grande área verde numa das regiões menos arborizadas da baixada fluminense. E tem uma cozinha relativamente bem estruturada, que é muito pouco utilizada. Assim, paralelamente à constituição do novo grupo de consumidores em São João do Meriti (cujas entregas são no CAC), a Comissão de Cozinha do Programa Campo-Cidade, em conjunto com outros voluntários, passou a apoiar um trabalho de recuperação do Quintal do CAC, que encontrava-se em grande parte abandonado e com lixo, jogado pelos vizinhos.

Em 2017, o apoio da Rede foi importante para incentivar a retirada do lixo e para a reconstrução do muro de trás. Em 2018, avançamos para a compostagem do lixo orgânico, e mantiveram-se os mutirões no quintal, com a valorização do pomar e das frutas, a implantação de uma pequena área de horta e a identificação de plantas medicinais e PANCs. Uma das metas da Comissão de Cozinha em 2018 foi trabalhar a compostagem e a problemática do lixo. E, por outro lado, substituir os refrigerantes e copos descartáveis nas festas da escola, incentivando o consumo de alimentos mais naturais.

Em 2018, os gastos do Programa Campo-Cidade foram voltados para reembolsar gastos com alimentação de voluntários em festas, reuniões e mutirões no CAC, além de apoios ao transporte da equipe da Rede. E com a compra de materiais para equipar melhor a cozinha do CAC: conseguiu-se a doação de um fogão (o programa custeou o transporte) e foram compradas canecas, jarras e uma garrafa térmica para servir suco e água em eventos. O envolvimento das famílias dos alunos ainda é pequeno, mas é um processo que avança aos poucos e a parceria com a equipe do CAC (diretora e professoras) vem se estreitando, clareando cada vez mais o que seria um projeto de educação ambiental, associado à educação alimentar, que pode contribuir para a formação de consumidores mais conscientes naquela região.

Este trabalho da comissão de cozinha do Programa Campo-Cidade continuará em 2019, tendo à frente Milca Colombo (núcleo Grajaú), com apoio de Beth Bessa (Grajaú) e Bibi Cintrão (Santa Teresa). No apoio ao Quintal, o trabalho voluntário de Zolmir Figueiredo(do Verdejar e da Rede) e mais recentemente Rafael rafae, Núcleo de S.João do Meriti) tem sido fundamental. No início de 2018 a Rede doou cestas para Zolmir e Lucimar (mãe de ex-aluno, que apoiou muito o trabalho no quintal, orientando voluntários). Outros desdobramentos indiretos do Programa Campo-Cidade foram a aproximação com outras organizações e movimentos existentes em São João do Meriti, como a APAC, que repercutem na fortalecimento dos movimentos sociais na região e da relação campo-cidade.

Caderno de Receitas:

Outro produto da Comissão de Cozinha em 2018 foi a elaboração e impressão do primeiro Caderno de Receitas, reunindo a experiência e as receitas das oficina. Foram impressos com recursos do Programa 100 cadernos para a Feira Estadual da Reforma Agrária, em novembro de 2018, na qual a Rede Ecológica teve uma barraca. 35 cadernos foram vendidos na feira (ajudando a bancar os custos com a barraca). Os demais cadernos restaram em estoque e estão sendo vendidos nas compras mensais e levados para eventos.

Oficina de Tapioca:

Em novembro foi realizada uma oficina de tapioca voltada para o grupo de mulheres Hortelã, , como apoio para as mulheres instalarem uma barraca para a venda de tapiocas na feira de Vargem Grande. Contou com a presença da chef Teresa Corção, do Instituto Maniva. A oficina foi organizada através da comissão de cozinha, por demanda da Agrovargem (Silvia Batista) e contou com o apoio de Ana Santos (do CEM, produtora da Rede e membro da comissão de cozinha) e Bibi Cintrão. A barraca ainda não foi instalada, mas um dos desdobramentos (inesperados) da oficina foi a descoberta de que falta aipim na feira de Vargem Grande e a articulação da venda do aipim do Terra Prometida, através de Francisco (da Agrovargem – produtor de bananas e motorista da Rede), ajudando a bancar o transporte dos produtos do Terra Prometida para a Rede e fortalecendo os laços de economia solidária entre produtores!

Em dez/2018 houve a Rede Ecológica esteve presente no Quilombo Cafundá Astrogilda, em Vargem Grande, para a confraternização de fim de ano do Projeto de Agricultura Urbana da AS-PTA e da Rede Carioca de Agricultura Urbana (Rede CAU). Da Comissão de Cozinha do Programa Campo Cidade estavam presentes Ana Santos, Beth Bessa, Bibi Cintrão, Irma Bello e Milca Colombo. Estavam também vários cestantes do Núcleo de Campo Grande. Estes são momentos importantes para somar forças e estreitar laços de solidariedade.

Vivências Rurais:

As vivências Rurais iniciaram em 2017, visando proporcionar uma maior convivência e troca de experiências entre consumidores e produtores, bastante mais aprofundada que uma simples visita. Elas duram de 1 a 5 dias, permitindo mergulhar na realidade dos agricultores. O foco central das Vivências, sob coordenação de Lúcio Lambert,(Urca ) é a recuperação dos solos, como base principal para a conversão para a agroecologia.

Em 2017 foram realizadas três Vivências Rurais no Sítio Canaã, da Leodicéia Salles (duas de 5 dias e uma de 3 dias), com as pessoas trabalhando, comendo e dormindo nas casas das agricultoras. Em 2018 foi realizada uma única Vivência, em agosto, de dois dias, no Sitio da Flora Silva (produtora da Rede), com apoio financeiro do programa Campo-Cidade para a compra de materiais para a preparação de biofertilizantes e do bokashi, além de ferramentas para o mutirão. Além da Vivência, Lúcio vem realizando por conta própria um acompanhamento permanente do sítio da Flora, como parte de seu mestrado profissional em agricultura orgânica na UFRRJ-Embrapa Agrobiologia-Pesagro.

Projeto Campo e Cidade se dando as mãos em Tecnologias Sociais

Outro trabalho incentivado e acompanhado pelo Programa Campo-Cidade em 2018 foi a elaboração do projeto “Campo e Cidade se dando as mãos em Tecnologias Sociais”, voltado para fomentar a criação de tecnologias sociais, em especial a produção de máquinas e equipamentos para os produtores agroecológicos dos assentamentos de Reforma Agrária, utilizando materiais reaproveitados, visando a melhoria das condições de vida e de trabalho.

A proposta do projeto partiu de uma demanda do Movimento dos Sem Terra, da experência do nosso motorista Antunes no reaproveitamento de materiais e da experiência histórica da APAC de produção de equipamentos voltados para a Agricultura Familiar. Envolve uma parceria entre Rede Ecológica, APAC (Associação de Produtores Autônomos do Campo e da Cidade, de São João do Meriti) e o MST-Rio.

A elaboração de um projeto para recolher fundos teve como motivação o convite para participação da Rede Ecológica no aniversário de 30 anos da ONG AMAR (francesa, que organiza anualmente a vinda de grupos de jovens franceses para vivências em assentamentos no Rio de Janeiro). A proposta foi levar para a França um projeto para negociar pessoalmente um apoio da cooperação internacional. A elaboração do projeto teve à frente Miriam Langenbach (núcleo Urca), com a colaboração e apoio de vários cestantes da Rede Ecológica (Brígida, Lígia Bensadon, Talita, Bibi, Sandra Kokudai, entre outros). Se trabalhou neste projeto por alguns meses e paralelamente se constituiu uma pequena equipe na APAC, composta por Ítalo Albuquerque (APAC e núcleo São João do Meriti) e Ezequias Antunes (motorista da Rede e assentado no Irmã Doroty em Quatis), para começar os trabalhos

Ao final, não conseguimos nenhum financiamento externo, mas o Projeto Equipamentos Sociais segue de maneira lenta, sem financiamento, com um pequeníssimo apoio dado pelo Programa Campo-Cidade para alimentação nos dias de reunião. Adicionalmente, foi realizado um mutirão para limpeza do galpão da APAC e uma visita às instalações desta associação. Existe a perspectiva de intercâmbio com uma Ong francesa denominada Atelier Paysan, voltada para a construção de equipamentos agrícolas que dêem autonomia aos camponeses.

Outro desdobramento do Projeto Campo Cidade Tecnologias Sociais, a partir de demandas do MST, foi a parceria com o Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Rio de Janeiro, através de Sandra Kokudai,associada de Santa Teresa) que viabilizou a aprovação de um projeto voltado para a melhoria das moradias nos assentamentos rurais, que está em curso. Assim, o Programa Campo Cidade vem ajudando na construção das parcerias que viabilizam que outras iniciativas surjam e se mantenham.

[1] Conta Poupança no. 1007483-5, no Bradesco, Agência 1791-4, em nome de Rosângela Pezza Cintrão.