A Rede Ecológica segue empenhada em constituir, complementando as articulações nacional e internacional do MST, uma espécie de Observatório do Movimento sem Terra sob esse novo contexto.
Nas últimas semanas acompanhamos e procuramos fortalecer as campanhas exitosas do Quilombo Campo Grande, Minas Gerais e que resultaram em batalhas ganhas junto a justiça, com a suspensão provisória da ordem de despejo. Por isso é preciso seguirmos alertas e atuantes neste processo.
Agora, no entanto, é hora de também ficarmos atentos também ao que vem acontecendo no Acampamento Zé Mari do Tomé, no Ceará.
O primeiro passo é compreendermos sua história e sua condição atual. Por isso encaminhamos o texto abaixo e a reportagem realizada por Roberto Cabrini, no programa Conexão Repórter, do SBT, em 2014, para que a gente compreenda o contexto dessa luta.
Como difundir essa informação é um passo essencial, trazemos, ao final dessa Carta, um passo a passo para colocação de legendas em diversos idiomas, para que o documentário seja enviado aos parceiros internacionais e também para amigos e conhecidos no exterior de modo a que formemos uma rede com a qual possamos contar. O MST tem comites de amigos que podem integrar estes novos contatos.
ligadas ao Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra – MST, de todo Estado do Ceará, e das famílias sem terra de 36 comunidades de Limoeiro do Norte, Quixeré e Tabuleiro do Norte, ocuparam a II etapa do perímetro irrigado Jaguaribe Apodi, reivindicando que a área fosse destinada para as famílias de agricultores sem terra e não para as empresas do agronegócio que envenenam, exploram e destroem a natureza na chapada Apodi.